Dúvida.
Esta que me cerca, que me abocanha, que me corrói.
Esta, que se disfarça nos meus medos e me destrói as palavras sãs.
Esta, que se faz sangrar de dentro de um coração doído, mas doente. Triste, mas valente. Esperançoso… mas dormente.
Esta, que não se fez em mim. Se fez nos outros. Se fez de dor, de incertezas que prefiro manter incertas.
Esta que continua me trazendo angústia, me alimenta de lamúrias. Que sufoca essas minhas lágrimas.
Esta que me joga no limiar entre a razão e a insanidade… E já não me faz saber mais de que lado estou, de que lado estava. Só faz saber de delirar…
Esta dúvida… E que dúvida és? Que dúvida?
Que se amaldiçoem para sempre essas tais dúvidas… Que não me assolem, que me deixem sangrar em paz. Que me deixem respirar… Ou que deixem que a ajuda se aproxime…
E que eu, enfim, possa ter certeza de ser ou de não ser.
Dúvida.
Esta que me cerca, que me abocanha, que me corrói.
Esta, que se disfarça nos meus medos e me destrói as palavras sãs.
Esta, que se faz sangrar de dentro de um coração doído, mas doente. Triste, mas valente. Esperançoso… mas dormente.
Esta, que não se fez em mim. Se fez nos outros. Se fez de dor, de incertezas que prefiro manter incertas.
Esta que continua me trazendo angústia, me alimenta de lamúrias. Que sufoca essas minhas lágrimas.
Esta que me joga no limiar entre a razão e a insanidade… E já não me faz saber mais de que lado estou, de que lado estava. Só faz saber de delirar…
Esta dúvida… E que dúvida és? Que dúvida?
Que se amaldiçoem para sempre essas tais dúvidas… Que não me assolem, que me deixem sangrar em paz. Que me deixem respirar… Ou que deixem que a ajuda se aproxime…
E que eu, enfim, possa ter certeza de ser ou de não ser.